Na estréia, contra o Japão, o Brasil esperava jogo duro e acabou goleando por 12 a 1. Para a partida desta quinta-feira, às 10h30m, não é tão difícil imaginar o resultado. Falcão & Cia. encaram a desconhecida equipe das Ilhas Salomão, no ginásio Nilson Nelson, em Brasília, em busca da segunda vitória na Copa do Mundo de futsal.O discurso é de humildade e respeito ao adversário, mas na hora de apontá-lo no mapa, o craque brasileiro não consegue escapar do drible: - Ilhas Salomão? Não faço a menor idéia. Geografia não é o meu forte – admite Falcão.Válido pelo grupo A.
Pentacampeão do mundo no futsal, o Brasil encara uma seleção que faz sua estréia em Copas do Mundo. Na Oceania, os salomônicos passaram vários anos à sombra da Austrália.
Em 2006, contudo, o país passou a fazer parte de Confederação Asiática. Nas eliminatórias para a Copa, a vitória sobre o Taiti por 4 a 2 trouxe esperanças de uma boa campanha. A estréia em Brasília, contudo, devolveu à realidade uma seleção com média de idade de apenas 18 anos: a derrota por 10 a 2 para os cubanos mostrou a fragilidade do elenco.
Apesar de se confundir diante do mapa, o Brasil mantém o discurso modesto. - Não conhecemos, mas sabemos que é um time que corre muito, são jogadores habilidosos. Talvez a inexperiência seja o ponto fraco deles – avalia Falcão. Escalação ainda é um mistério Após iniciar a partida contra o Japão com Gabriel, Schumacher, Lenísio e Marquinho na linha, o técnico PC de Oliveira pretende fazer mudanças. A escalação, no entanto, ainda é um mistério. - A gente errou na formação inicial, não por ser um quarteto que não joga bem, mas porque não funcionou contra a equipe do Japão. Ainda estamos mexendo na estrutura da equipe – afirmou PC. Também na quinta-feira, pelo grupo A, a Rússia, que folgou na primeira rodada, encara Cuba às 12h30. A seleção japonesa, derrotada pelo Brasil na estréia, não joga na segunda rodada.

0 comentarios:
Publicar un comentario en la entrada